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Subdefensor público-geral fala sobre interiorização da Defensoria no Summit Cidades, em Santa Catarina

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O subdefensor falou sobre a importância da interiorização da Defensoria aos participantes do Summit Cidades - Foto: ASCOM DPE/SC
Por *com informações da Assessoria de Comunicação da Defensoria Pública de Santa Catarina

O subdefensor público-geral para Assuntos Institucionais, Nilton Arnecke Maria, conversou com os participantes do Summit Cidades na quinta-feira (25), em Florianópolis. O evento, que aconteceu entre os dias 23 e 25 de junho, é o maior encontro de cidades do Brasil, reunindo representantes do poder público, da iniciativa privada, da academia e da sociedade civil para debater soluções e estratégias voltadas ao desenvolvimento das cidades.

Durante os três dias do encontro, o Summit recebeu defensores públicos de diversos estados para falar sobre a atuação das Defensorias Públicas. Trazendo temas como educação em direitos, saúde mental, violência contra a mulher, população em situação de rua, litígios estruturais e desenvolvimento regional, foram apresentadas suas experiências e iniciativas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas.

Nilton participou do painel de encerramento da programação da Defensoria no Summit. Com o tema “A interiorização da Defensoria Pública como estratégia de desenvolvimento”, junto do defensor público-geral de Santa Catarina, Ronaldo Francisco, e da defensora pública-geral de São Paulo, Luciana Jordão, eles falaram sobre a expansão da presença da Defensoria nos estados e os impactos da interiorização dos serviços para a promoção do acesso à Justiça, da cidadania e do desenvolvimento regional.

O subdefensor-geral compartilhou a experiência da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, presente em todas as comarcas do Estado. O defensor destacou a importância da interiorização e do atendimento remoto, especialmente diante dos desafios enfrentados durante as enchentes de 2024, e apresentou projetos de impacto social, como parcerias com clubes de futebol e ações de educação em direitos em escolas municipais. Segundo ele, a Defensoria Pública também tem o papel de fortalecer uma cultura de pacificação, por meio da educação em direitos e da construção de soluções que evitem a judicialização dos conflitos.



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